Conhecendo novos ares: Caminho dos Canyons – SC e RS

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A região Caminho dos Canyons, 9º roteiro turístico de Santa Catarina, que integra 15 municípios do Extremo Sul Catarinense está preparada para o Carnaval 2015. As diversas opções agradam tanto os que desejam tranquilidade, quanto os foliões que procuram diversão. 

Para quem deseja o sossego, o caminho que leva aos canyons tem diversas opções desde Praia Grande, Jacinto Machado, Timbé do Sul e Morro Grande, estes municípios disponibilizam áreas de campings e pousadas aconchegantes, lugares ideais para recarregar as energias e passar dias agradáveis e de puro lazer, turismo ecológico com trilhas, banhos de rios, cachoeiras com águas cristalinas, ar puro, vista deslumbrante.
Para os que se entregam à folia destacam-se as diversas opções noturnas dos municípios litorâneos como Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota e Passo de Torres. Entre as opções de diversão; shows com bandas regionais, desfiles de blocos carnavalescos, escola de samba, fanfarras, trios elétricos e tendas eletrônicas.

Fortaleza tem incontáveis piscinas naturais

Lá em baixo, onde o Rio Tigre Preto cavou ao longo dos anos seu curso, estão incontáveis piscinas naturais. Cada cânion tem uma característica em particular, o interior do Fortaleza é perfeito para tomar banho de rio.
O primeiro passo da trilha é dentro da água. A partir dali serão seis quilômetros de caminhada rio acima e bastaram alguns metros para logo encontrar a primeira piscina de água cristalina.
Após dois quilômetros, o rio faz uma curva e se observa o interior do cânion Fortaleza em formato de “v”. Os valores de grandeza são devastados pela imensidão de 900 metros que despenca em tons de mata frondosa e de pedras brancas assoladas pelos ventos, lá no alto. Quase seis vezes mais alto que o maior prédio residencial do Brasil, que tem 160 metros.
Na mesma perspectiva, está algo tangível como um banho de cachoeira e algo avassalador como a altura dos paredões que te cercam. A água estrala em respingos, sussurra em pequenas cachoeiras e ruge em corredeiras. Ainda que 500 vezes menor que altura dos paredões, basta outro banho de rio para o peso dos ombros escorrer e te nutrir com uma sensação de liberdade e a eternidade.

Pela estrada de chão que percorre as colinas de vegetação rasteira do planalto chega-se a base do ICMBio, dentro do Parque Nacional de Aparados da Serra. A entrada custa R$ 13, mas brasileiros tem 50% de desconto. Ao lado da casa, que serve de estrutura principal dos parques, está a enorme fenda do cânion Itaimbezinho, com 700 metros de profundidade naquela área.
Há duas trilhas na parte superior, a do Vértice e do Cotovelo. A primeira com 500 metros de extensão te coloca de frente para a cachoeira Andorinhas. A segunda, com três quilômetros, te leva para a borda do cânion onde ele faz uma curva sentido Leste. Do outro lado do abismo, alguns pinheiros de araucária se colocam à margem do penhasco e como se sentissem vertigem ao olhar para baixo, se resguardam.
Do fundo do cânion, onde corre o Rio do Boi, a mata frondosa e verde escalou as paredes até onde conseguiu. A trilha do Rio do Boi consiste em subir a pé o leito do rio até o interior do cânion e ao longo da caminhada percebe-se que os morros ficam cada vez mais íngremes e altos, até que se está completamente engolido pelo Itaimbezinho. De cada um dos lados, os paredões de pedra sobem 500 metros. Se no Fortaleza as piscinas naturais são a identidade do cânion, no Itaimbezinho a proximidade com os paredões e o fato de serem quase que verticais até a base do rio e estarem ao alcance das mãos, dão a dimensão de sua grandeza para quem explora seu interior

O cânion da Pedra não está dentro da área de preservação do parques e se encontra exatamente no limite Norte do Parque da Serra Geral. A propriedade é particular, mas assim como nas áreas preservadas, é preciso estar acompanho de um guia para conhecer a trilha. Diferente dos cânions Itaimbezinho e Fortaleza, a trilha é mais íngreme e o Rio Pai José é menor que o Tigre Preto e Rio do Boi.

Ainda assim, há algumas piscinas naturais durante a caminhada, mas o primeiro ponto que chama atenção durante a trilha é quando a fenda se divide e pedras imensas, do tamanho de carros, se aglomeram uma sobre as outras como se tivessem despencado dos paredões e rolado pelo rio. Entre elas, troncos de árvores retorcidas ainda servem de abrigo para bromélias. Ao correr sobre as pedras, o rio forma diversas pequenas cachoeiras que são perfeitas para recuperar as energias antes de seguir a caminhada.

O brete é o trecho em que o rio se espreme entre duas paredes de 20 metros de altura cada e afastadas apenas cinco metros uma da outra. Não há outro caminho a seguir se não entrar o desfiladeiro com água até a altura do peito e as mochilas sobre as cabeças. O sol raramente consegue iluminar aquele ponto que respira umidade e as pedras são geladas como a água, que de tão fria, parece remover o fôlego dos pulmões.

Logo em seguida, a cachoeira Ana Shirriata surge como um prêmio após o “aperto” do brete. As águas caem de 40 metros de altura em um poço amplo e fundo. O som da queda d’água ecoa dentro do espaço cercado pelas paredes de pedra. No alto, o verde saturado contrasta com o azul do céu e surge uma sensação de que ninguém seria capaz de te achar ali, nadando em meio à natureza.

Fonte: Internet

www.catran.com.br

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